
Na avaliação de Bruno Pontim, muito além da entrega de alimentos, as políticas públicas promovidas pela atual gestão atuam como um motor para movimentar a economia da agricultura familiar — englobando o pequeno, o médio e o grande produtor. “A conquista da Portaria 54 e a execução recorde representam um incentivo governamental, nas esferas estadual e municipal, para buscar a sustentabilidade financeira das comunidades”, analisa o secretário.
Segundo ele, a estratégia cria um ciclo virtuoso porque fornece apoio para que o produtor permaneça em sua propriedade, desenvolva suas terras com dignidade, produza com qualidade e veja o seu produto sendo comercializado e consumido dentro do próprio município. “Todo esse recurso federal e estadual é injetado diretamente na economia das famílias indígenas, quilombolas e tradicionais”, ressalta. “Fazer com que o dinheiro gerado no campo circule e fique em Dourados é um dos principais elos da cadeia produtiva elaborada pela Prefeitura, alavancando a economia interna e comprovando que investir na agricultura familiar é a resposta mais rápida e eficiente para combater a fome e gerar desenvolvimento local”, finaliza Bruno Pontim.